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Oficinas






14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 14 às 17h

Nada é feito sem o personagem. Ele é o elemento principal de uma história. Nos livros ilustrados, sua descrição física pertence ao domínio do ilustrador. Para tanto, as características morfológicas e as qualidades psicológicas e compositivas precisam descrever e dar identidade a esse importante elemento da narrativa, sendo capazes de impactar e capturar o leitor. Neste laboratório será trabalhada a teoria dos contrastes, que visa a quebra de estereótipos e a busca de imagens autorais, com a experimentação de algumas ferramentas para a criação de personagens, na busca de poses, gestos, expressões e novas morfologias capazes de revelar emoções e atitudes que resultem em personagens únicos. 

Rosinha é escritora e ilustradora. Tem muitos livros publicados, dentre eles O mar de Cecília (Editora do Brasil), E você? (Editora Jujuba), Chapeuzinho Vermelho (Editora Callis), A história da princesa do Reino da Pedra Fina (Editora Projeto). Recebeu importantes prêmios literários, como White Ravens, Altamente Recomendável FNLIJ, Jabuti e Açorianos. Criou, junto com Anabella Lopez, a Escola Usina de Imagens de formação de ilustradores, em Recife.

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A oficina pretende mostrar os porquês e os caminhos em que começam e seguem os saraus já existentes, incentivando a promoção de novos saraus em escolas, bairros, grupos de amigos e lugares possíveis.

Camila Félix é poeta, militante da poesia e dos saraus e graduada em arquitetura. Estuda as relações entre cidade e literatura. Participa de performances e de vários saraus e eventos de Belo Horizonte, provocando ocupações do espaço público e uma cidade mais acessível e justa. É autora da pesquisa “Atlas dos saraus: mapeamento dos saraus de poesia da região metropolitana de Belo Horizonte”, defendida na Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais.

14 de setembro, quinta-feira, de 14 às 17h
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Nos últimos cem anos, a ciência e a tecnologia começaram a modificar a biosfera e o ser humano de maneira assustadora. Mas esse processo, apesar de muito debatido por filósofos, sociólogos historiadores e cientistas, raramente aparece na literatura brasileira contemporânea. A proposta é que os atelienses expressem em prosa ou verso nossa inquietação presente com o futuro pós-humano que se aproxima, está chegando, já está aqui.

Luiz Bras

Luiz Bras nasceu em Cobra Norato, MS. É escritor e coordenador de ateliês de criação literária. Já publicou diversos livros, entre eles Distrito federal (rapsódia), Não chore (novela) e MáquinaMacunaíma (contos). Também organizou os três volumes da coletânea de poemas Hiperconexões: realidade expandida, sobre nosso futuro pós-humano.

 

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 10 às 13h

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ESCRITA EXPERIMENTAL DA LITERATURA BRASILEIRA, com Isadora Krieger (SP)

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 14 às 18h

A oficina aborda o processo criativo, sobretudo pelo viés do mistério. Tem como principal objetivo provocar o inconsciente e estimular a criatividade. Serão apresentados pontos essenciais da escrita ficcional, tais como a relação com os personagens; a entrega do autor; a imagem poética; os tipos de narradores; as construções de diálogos; densidade, forma e precisão. Também serão colocados em prática exercícios que proporcionarão uma maior compreensão e assimilação da parte teórica.

Isadora Krieger é poeta e escritora. Publicou os livros “Memória da Bananeira”, “O gosto da cabeça” e “Caráter anal”. Foi idealizadora e produtora do Cabaret Revoltaire, espaço aberto a experimentações artísticas em diversas linguagens.
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A partir das metodologias tortas utilizadas no processo de criação do texto MPB: Peça Manifesto  em três estrofes e um refrão, como criação e coleta de playlists, diálogos feitos com recorte de musicas, paródias, bem como as ideias de plagicombinação e teatro fanzine que acompanham a atriz/dramaturga, a oficina  se dá a partir da investigação de escritas e ações na estrutura de canção, manifesto, número de cabaré, mutilando, reconstruindo e remontando letras de música, textos literários, filmes, criando diálogos e discursos novos a partir destes recortes para dramaturgia.

Marina Viana é atriz, dramaturga e diretora teatral graduada no curso de Artes Cênicas da UFMG. É integrante dos grupos Mayombe Grupo de Teatro, Teatro 171, Cia Primeira Campainha e é colaboradora de outros coletivos de Belo Horizonte. Tem uma banda, já publicou zines, realiza prêmios e faz cabaré.

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14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 14 às 17h

Nada é feito sem o personagem. Ele é o elemento principal de uma história. Nos livros ilustrados, sua descrição física pertence ao domínio do ilustrador. Para tanto, as características morfológicas e as qualidades psicológicas e compositivas precisam descrever e dar identidade a esse importante elemento da narrativa, sendo capazes de impactar e capturar o leitor. Neste laboratório será trabalhada a teoria dos contrastes, que visa a quebra de estereótipos e a busca de imagens autorais, com a experimentação de algumas ferramentas para a criação de personagens, na busca de poses, gestos, expressões e novas morfologias capazes de revelar emoções e atitudes que resultem em personagens únicos. 

Rosinha é escritora e ilustradora. Tem muitos livros publicados, dentre eles O mar de Cecília (Editora do Brasil), E você? (Editora Jujuba), Chapeuzinho Vermelho (Editora Callis), A história da princesa do Reino da Pedra Fina (Editora Projeto). Recebeu importantes prêmios literários, como White Ravens, Altamente Recomendável FNLIJ, Jabuti e Açorianos. Criou, junto com Anabella Lopez, a Escola Usina de Imagens de formação de ilustradores, em Recife.

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Nos últimos cem anos, a ciência e a tecnologia começaram a modificar a biosfera e o ser humano de maneira assustadora. Mas esse processo, apesar de muito debatido por filósofos, sociólogos historiadores e cientistas, raramente aparece na literatura brasileira contemporânea. A proposta é que os atelienses expressem em prosa ou verso nossa inquietação presente com o futuro pós-humano que se aproxima, está chegando, já está aqui.

Luiz Bras

Luiz Bras nasceu em Cobra Norato, MS. É escritor e coordenador de ateliês de criação literária. Já publicou diversos livros, entre eles Distrito federal (rapsódia), Não chore (novela) e MáquinaMacunaíma (contos). Também organizou os três volumes da coletânea de poemas Hiperconexões: realidade expandida, sobre nosso futuro pós-humano.

 

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 10 às 13h

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(Esta oficina integra o projeto Ler em família: leitura e literatura na primeira infância, viabilizado pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente)

O que poderíamos chamar de metáforas visuais? O que é um livro ilustrado? O que seria uma narrativa de imagens? Somos leitores de imagens? Essas perguntas nortearão a oficina, que tem como convite a compreensão das imagens nos livros ilustrados.

Marilda Castanha é escritora e ilustradora. Publicou muitos livros, dentre eles Sem fim (Positivo), Fases da lua e outros segredos (Peirópolis), Ops (Cosac Naify), Mil e uma estrelas (SM) e Em asas de algodão (SM). Recebeu importantes prêmios: Runner-Up (Japão), Prix GraphiqueOctogone (França), Jabuti, FNLIJ e, o mais recente, Nami Concours (Coréia do Sul).

15 de setembro, sexta-feira, de 9 às 13h e de 14 às 18h

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A oficina busca explorar a palavra falada, a poesia oral, a escrita criativa e outros processos da palavra em ação. Jogos, experimentos da escrita, autorrepresentação pela poesia, duelos dialéticos, escritas performáticas, intervenções urbanas, entre outras habilidades farão parte da oficina, numa provocação que requer dos/as participantes o (re)encontro da palavra “Ação” em seus cotidianos, em suas vivências, em suas histórias.

Rogério Coelho é poeta, ator e pesquisador da poesia marginal. Foi um dos fundadores, em 2008, do Coletivoz, um dos mais antigos coletivos de saraus de Belo Horizonte, e um dos pioneiros na organização de batalhas de Slam na capital e região metropolitana. É autor de pesquisa de mestrado intitulada PalavrAÇÃO: Coletivoz e Slam Clube da Luta sobre o movimento poético-performático desses coletivos, defendida da Escola de Belas Artes da UFMG.

15 de setembro, sexta-feira, de 10 às 13h e de 14 às 17h

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(Esta oficina integra o projeto Ler, brincar e aprender em família: um olhar para a primeira infância, viabilizado pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente / Itaú Social)

Contar histórias, ler e cantar enquanto o sono não chega é uma das tradições mais antigas do mundo, e pode ser o primeiro contato da criança com a literatura e a música. A oficina pretende trazer o universo dos contos e acalantos, a partir do despertar da memória coletiva de pais e educadores. Contar histórias é também promover o encontro entre o contexto histórico cultural das crianças com a infância de outros povos ao redor do mundo.

Aline Cântia é narradora de histórias, pesquisadora da cultura oral, mestre em Estudos Literários e doutoranda em Educação. Fundadora do Instituto Cultural Abrapalavra, já se apresentou em diversas partes do Brasil e do mundo.

Chicó do Céu é músico, compositor, pesquisador do universo da canção e da literatura. Também é fundador do Instituto Cultural Abrapalavra, com quem já viajou o mundo e recebeu diversos prêmios na área cultural e da educação.

15 de setembro, sexta-feira, de 14 às 18h

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(Projeto viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura 710/2015)

O curso tem como objetivo contribuir para a formação continuada dos profissionais que atuam na área de formação de leitores, discutindo a importância da biblioteca como instituição para o acesso permanente ao conhecimento registrado pela escrita. Para isso, propõe uma reflexão sobre a relevância social da escrita, a singularidade da leitura literária e as condições para a participação de todas as pessoas, com olhar específico para as com deficiência.

Inscrições por meio do site: https://nolugardaleitura.blogspot.com.br/

Luiz Percival Leme Britto é doutor em Linguística, pesquisador e professor da Universidade Federal do Oeste do Pará. Tem vasta experiência na formação de professores na área de Educação e Linguagem, coordena o LELIT – Grupo de Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Escola  e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC / Oeste do Pará. É membro do Movimento por um Brasil Literário e autor dos livros À sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical (Mercado de Letras), Contra o consenso – cultura escrita, educação e participação (Mercado de Letras), Inquietudes e desacordos: a leitura além do óbvio (Mercado de Letras) e Ao revés do avesso: leitura e formação (Pulo do Gato).

15 e 16 de setembro, sexta-feira e sábado, de 8h30 às 13h30

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ESCRITA EXPERIMENTAL DA LITERATURA BRASILEIRA, com Isadora Krieger (SP)

14 e 15 de setembro, quinta e sexta-feira, de 14 às 18h

A oficina aborda o processo criativo, sobretudo pelo viés do mistério. Tem como principal objetivo provocar o inconsciente e estimular a criatividade. Serão apresentados pontos essenciais da escrita ficcional, tais como a relação com os personagens; a entrega do autor; a imagem poética; os tipos de narradores; as construções de diálogos; densidade, forma e precisão. Também serão colocados em prática exercícios que proporcionarão uma maior compreensão e assimilação da parte teórica.

Isadora Krieger é poeta e escritora. Publicou os livros “Memória da Bananeira”, “O gosto da cabeça” e “Caráter anal”. Foi idealizadora e produtora do Cabaret Revoltaire, espaço aberto a experimentações artísticas em diversas linguagens.
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A oficina tem como proposta a observação e a percepção do espaço e das sensações dentro de um livro ilustrado, a partirde haicais clássicos e sumiês dos grandes mestres. Os participantes experimentarão a arte do sumiê, com exercícios inspirados em haicais, buscando o essencial e a simplicidade.

Lúcia Hiratsuka é escritora e ilustradora. Publicou, dentre muitos outros, os livros Orie (Pequena Zahar), Tantos cantos (DCL), IssumBoshi – o pequeno samurai (Abacatte) e Antes da chuva (Global). Recebeu importantes prêmios, como o Jabuti O Melhor para a CriançaFNLIJ  e vários selos Altamente Recomendável.

15 e 16 de setembro, sexta-feira e sábado, de 14 às 18h

 
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PEQUENO LABORATÓRIO DE CONTADORES DE HISTÓRIAS , com Rodolfo Castro (Portugal)

16 de setembro, sábado, de 9h30 às 12h30

A oficina apresenta uma proposta lúdica e fundamentada sobre os processos criativos da narração de histórias contemporânea.Aborda alguns temas, como a leitura em voz alta no percurso do narrador oral contemporâneo; a compreensão e a interpretação do texto e da imagem; criatividade vocal e gestual; a complementaridade entre o livro, o narrador e o público; o jogo cênico no momento do conto; tipos de públicos e espaços para narrar; o corpo que fala e a voz que agita e a voz que sossega. Propõe, ainda, a dinâmica de experimentação e improvisação, com o objetivo de experimentar com os participantes a importância de conhecer a técnica para poder esquecer-se dela. 

 

Nascido na Argentina e criado entre Buenos Aires e Montevidéu, Rodolfo Castro se define como um narrador de histórias urbano, logo, escravo do livro. Seu estilo não é resgatar a tradição oral da comunidade e sim contar literatura. Até os 30 anos foi professor do ensino fundamental na Argentina e fazia excursão com as crianças onde aproveitava para contar-lhes histórias. Depois se mudou para o México, onde passou três anos percorrendo escolas e contando histórias para sobreviver. Atualmente vive em Lisboa. Autor de livros de contos e de teoria do conto, Rodolfo vem pela primeira vez a Belo Horizonte e lança seu segundo livro pela editora Aletria: Contos da meia-noite do mundo. 

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(Projeto viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura 710/2015)

O curso tem como objetivo contribuir para a formação continuada dos profissionais que atuam na área de formação de leitores, discutindo a importância da biblioteca como instituição para o acesso permanente ao conhecimento registrado pela escrita. Para isso, propõe uma reflexão sobre a relevância social da escrita, a singularidade da leitura literária e as condições para a participação de todas as pessoas, com olhar específico para as com deficiência.

Inscrições por meio do site: https://nolugardaleitura.blogspot.com.br/

Luiz Percival Leme Britto é doutor em Linguística, pesquisador e professor da Universidade Federal do Oeste do Pará. Tem vasta experiência na formação de professores na área de Educação e Linguagem, coordena o LELIT – Grupo de Pesquisa e Intervenção em Leitura, Escrita e Escola  e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC / Oeste do Pará. É membro do Movimento por um Brasil Literário e autor dos livros À sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical (Mercado de Letras), Contra o consenso – cultura escrita, educação e participação (Mercado de Letras), Inquietudes e desacordos: a leitura além do óbvio (Mercado de Letras) e Ao revés do avesso: leitura e formação (Pulo do Gato).

15 e 16 de setembro, sexta-feira e sábado, de 8h30 às 13h30

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LIVRO DE ARTISTA, com César Maurício Alberto

16 de setembro, sábado, de 10 às 13h

Nas artes contemporâneas, o livro de artista é encarado como uma obra de arte, um objeto tanto único quanto singular dentro dos domínios do artista. Em geral, mistura várias áreas das artes, como a escrita, o desenho, a pintura, colagem, gravura, fotografia, numa verdadeira bricolagem. Assim, o produto deste processo é, ao mesmo tempo, um objeto, um livro, um diário de viagem e uma obra de arte. A oficina buscará fazer uma ponte dessa ferramenta de registro pessoal que é o livro de artista – supostamente identificado com uma arte erudita ou inacessível para a grande maioria da população -, com a arte e a cultura feita por moradores das comunidades ou mesmo pelo cidadão comum.

César Maurício Alberto é diretor artístico da ONG Favela é Isso Aí e desenvolve pesquisa de doutoramento em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra (Portugal), com o estudo “Autorrepresentação, do modernismo ao contemporâneo: o Corpo como objeto na Arte”.

 

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Compreendendo o livro como espaço criativo, a oficina pretende apresentar aos participantes alguns processos de produção independente de um livro, percebendo os limites e as possibilidades de uma autopublicação e algumas técnicas e modelos de encadernação.

Santiago Régis é ilustrador, graduado em Belas Artes pela Universidade Federal de Goiás. Tem trabalhos de ilustração em galerias de arte, estampas e cartazes, mas sua principal atuação artística é na produção editorial. Publicou, dentre outros, os livros Chico Moleque, um sonho de liberdade e Contos Cedrinos, com textos de Maria Luiza Bretas (Cânone Editorial), Asas de pirilampo, com texto de Maria Helena Bazzo (Editora Passarinho), João tinha medo, com texto de Sônia Menezes (Editora RHJ).

16 de setembro, sábado, de 14 às 17h

 
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16 e 17 de setembro, sábado e domingo, de 14 às 17h

A oficina propõe a compreensão de técnicas para a captação e edição de áudio&voz&música&vídeo com o objetivo de experimentações sonoras e visuais, buscando apreciação estética e escrita criativa colaborativa em grupo.

Zi Reis é multiartista, graduada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG. Tem formação técnica em Vídeo, Direção e Produção Audiovisual pela Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! BH. Seu trabalho transita por diversas áreas, especialmente pela performance, a fotografia, o cinema, a pintura e a literatura. Integra o Sarau Vira Lata, buscando a ocupação de diversos espaços da cidade com intervenções poéticas.

 
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16 de setembro, sábado, de 9h30 às 12h30

A oficina apresenta uma proposta lúdica e fundamentada sobre os processos criativos da narração de histórias contemporânea.Aborda alguns temas, como a leitura em voz alta no percurso do narrador oral contemporâneo; a compreensão e a interpretação do texto e da imagem; criatividade vocal e gestual; a complementaridade entre o livro, o narrador e o público; o jogo cênico no momento do conto; tipos de públicos e espaços para narrar; o corpo que fala e a voz que agita e a voz que sossega. Propõe, ainda, a dinâmica de experimentação e improvisação, com o objetivo de experimentar com os participantes a importância de conhecer a técnica para poder esquecer-se dela. 

 
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(Esta oficina integra o projeto Ler em família: leitura e literatura na primeira infância, viabilizado pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente)

A oficina tem como objetivo contribuir para a inclusão das crianças com deficiência nas bibliotecas e espaços de leitura de Belo Horizonte. Para isso, os participantes serão convidados a refletir sobre o conceito da deficiência, um breve histórico do tema no mundo, os diversos significados assumidos no convívio em sociedade, as barreiras, os tabus e as possibilidades de inclusão, do respeito e da valorização das diferenças por meio da leitura.

Mariana Rosa é jornalista, autora do blog e do livro Diário da mãe da Alice, no qual registra suas descobertas, experiências e sentimentos como mãe de uma criança com deficiência. É também embaixadora mineira da ONG Prematuridade e articuladora de grupos de apoio a mães e familiares de crianças com necessidades especiais de saúde.

16 de setembro, sábado, de 9 às 13h.

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A oficina tem como proposta a observação e a percepção do espaço e das sensações dentro de um livro ilustrado, a partirde haicais clássicos e sumiês dos grandes mestres. Os participantes experimentarão a arte do sumiê, com exercícios inspirados em haicais, buscando o essencial e a simplicidade.

Lúcia Hiratsuka é escritora e ilustradora. Publicou, dentre muitos outros, os livros Orie (Pequena Zahar), Tantos cantos (DCL), IssumBoshi – o pequeno samurai (Abacatte) e Antes da chuva (Global). Recebeu importantes prêmios, como o Jabuti O Melhor para a CriançaFNLIJ  e vários selos Altamente Recomendável.

15 e 16 de setembro, sexta-feira e sábado, de 14 às 18h

 
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16 e 17 de setembro, sábado e domingo, de 14 às 17h

A oficina propõe a compreensão de técnicas para a captação e edição de áudio&voz&música&vídeo com o objetivo de experimentações sonoras e visuais, buscando apreciação estética e escrita criativa colaborativa em grupo.

Zi Reis é multiartista, graduada em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG. Tem formação técnica em Vídeo, Direção e Produção Audiovisual pela Escola de Arte e Tecnologia Oi Kabum! BH. Seu trabalho transita por diversas áreas, especialmente pela performance, a fotografia, o cinema, a pintura e a literatura. Integra o Sarau Vira Lata, buscando a ocupação de diversos espaços da cidade com intervenções poéticas.

 
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PALAVREANDO, com Eduardo DW (BH)

17 de setembro, domingo, de 14 às 17h

A oficina trabalha com gatilhos criativos, pensando na produção da escrita poética a partir das produções musicais do poeta e MC Eduardo Dw. Neste encontro,  o gatilho criativo será o samba Com que roupa, de Noel Rosa.

Eduardo DW (BH) –  É agitador cultural, poeta e MC. Integra o Coletivoz Sarau de Periferia e o Slam Clube da Luta, além da banda de rap Projeto Manobra. É autor de postais poéticos na coleção do [Manual do amor Ex-tranho].  

 
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